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O mundo de Darksiders: Céu, Inferno e o Equilíbrio explicados

Em Darksiders não existe um deus todo-poderoso: existe um impasse entre Céu e Inferno e um Conselho que impõe uma trégua chamada Equilíbrio. Entenda como o mundo da saga funciona e o que mantém a paz.

O mundo de Darksiders: Céu, Inferno e o Equilíbrio explicados

O mundo de Darksiders: Céu, Inferno e o Equilíbrio

Crônica do Equilíbrio

Ouça a abertura deste capítulo

Abertura

Antes da Terra…

antes dos homens…

já existia a guerra.

Em Darksiders, não existe um deus todo-poderoso.

Existe apenas um impasse.

Gravura em livro antigo de anjos e demônios de Darksiders em um impasse
Céu e Inferno se enfrentam, mas nenhuma das forças consegue encerrar a guerra.

Um impasse que ninguém consegue vencer

De um lado, o Céu.

Do outro, o Inferno.

Anjos e demônios não são forças de um mundo que já acabou. Eles são a última versão de um conflito antigo, em que nenhum dos dois lados consegue vencer.

Os próprios desenvolvedores resumiram assim, em entrevista de 2011: é como um impasse gigantesco.

O ponto de partida

Darksiders não começa com o bem contra o mal.

Começa com duas ordens que querem vencer…

e não conseguem.

Gravura em livro antigo do combate entre anjos e demônios de Darksiders
A guerra atravessa eras, com forças que continuam disputando a supremacia.

O Conselho: a terceira força

Quando uma guerra não tem vencedor, alguém precisa impor um limite.

Esse alguém é o Conselho (o Charred Council, no original). Uma terceira facção, que nem serve ao Céu, nem serve ao Inferno.

O Conselho não escolhe um lado.

Ele quer estabilidade.

A ordem do Conselho

Ordem não é o mesmo que justiça.

É apenas a garantia de que nada saia do lugar.

Gravura em livro antigo das três cabeças de pedra do Conselho de Darksiders
O Conselho se manifesta pelas três cabeças de pedra e impõe o Equilíbrio.

O Equilíbrio: uma trégua com nome bonito

O Conselho impõe uma trégua entre anjos e demônios.

Os dois lados deixam de lutar de frente.

Essa paz tem um nome: Equilíbrio.

Mas ela não faz a guerra desaparecer. Ela só muda o campo de batalha.

Para guardar

Na trégua, anjos e demônios passam a influenciar os humanos de forma indireta.

A Terra vira o tabuleiro.

E a humanidade, em geral, não sabe disso.

Sete selos mantêm a paz

Todo equilíbrio tem um preço.

No caso de Darksiders, esse preço tem forma: sete selos.

Enquanto os selos existirem, a paz se mantém.

Quando o último se quebrar, o Apocalipse começa.

O que está em jogo

O Equilíbrio nunca foi uma solução.

Foi um adiamento.

Gravura em livro antigo de sete selos quadrados dispostos em círculo, inspirada na cena de Darksiders Genesis
Os sete selos sustentam o pacto. Sua ruptura abre caminho para o Apocalipse.

O que vem depois

Quem carrega o peso desse adiamento são os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, escolhidos pelo próprio Conselho entre os últimos Nephilim. É por eles que a saga continua.

No próximo capítulo, vamos falar dos Nephilim: quem eram, por que o Conselho decidiu eliminá-los e o que ficou para trás.

Últimas palavras

Não existe um deus em Darksiders.

Existe um Conselho, um Equilíbrio…

e sete selos prontos para quebrar.

Fontes e observações

Este capítulo se baseia na entrevista dos desenvolvedores à Game Informer (2011) e no verbete da série na Wikipedia.

Como a entrevista é anterior a Darksiders II, alguns detalhes da lore podem ter sido revistos depois. Também não há tradução oficial do nome do Conselho nas fontes que consultamos.

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